A imagem de uma juventude preguiçosa em nossos tempos continua a crescer. Mais do que isso: jovens dependentes alcoolicamente.
Maria é uma menina de 16 anos que já conhece os efeitos, pelo menos a dependência psicofisiológica, do danado álcool. Assim, todo final de semana, jovens como Maria facilmente compram bebidas nos barzinhos das nossas cidades. A variedade e os preços também contribuem para uma dependência que cresce a cada dia. “O objetivo é ser feliz, ainda que momentaneamente.
Maria é uma menina de 16 anos que já conhece os efeitos, pelo menos a dependência psicofisiológica, do danado álcool. Assim, todo final de semana, jovens como Maria facilmente compram bebidas nos barzinhos das nossas cidades. A variedade e os preços também contribuem para uma dependência que cresce a cada dia. “O objetivo é ser feliz, ainda que momentaneamente.
A bebida facilita o contato para novas amizades, sobretudo nos deixa menos tímidos e mais abertos para as peripécias de nossa idade”. Esse é um relato de uma jovem, assim infelizmente representada por outros da mesma idade com esse pensamento.
Segundo um estudo francês, o álcool vem a se tornar uma espécie de passaporte para que jovens possam frequentar festas. Sob o pretexto de amizade, muitos buscam essas bebidas para obter o efeito psicoativo, mudança de humor, experimentar novos prazeres. Mais do que isso: por algumas horas, esquecer as cobranças sociais que, diferente de outras épocas, estão maiores, agravadas por outros acontecimentos como a fragmentação familiar, assim pais ausentes na vida de seus filhos. Pior: muitos experimentam a primeira bebida no recinto familiar, nas festinhas que seus pais fazem semanalmente.
Para os jovens, o consumo do álcool não é uma transgressão, mas um facilitador para a integração de grupo. Os psiquiatras já observam em suas clínicas uma ascendente procura por ajuda da juventude a fim de ser ver livre dos efeitos danosos das bebidas.
Ainda segundo pesquisas, os pais, principalmente os divorciados, propiciam uma maior liberdade de seus descendentes. “Meus pais não fazem perguntas sobre essa minha vida em badalações, até financiam. Eu acho que eles não querem saber, e o que importa pra eles”, fala um dos entrevistados, ”é saber se me saio bem nos estudos. Eles cobram isso, porque certamente sai pesado em seus bolsos”.
Pasmem: outros dizem que seus genitores nem sequer dos estudos perguntam. Para muitos, o que importa é mostrar para a sociedade que seus filhos estão nas escolas, que eles pagam.
Beber compulsivamente é apenas um dos milhares de problemas que acometem nossos jovens. Em rápido crescimento: o hábito de fumar, outras drogas (como o crack) e o sexo desenfreado, muitas vezes desprotegidos e sem qualquer vínculo afetivo. O que importa é viver, sentir o prazer!
Texto extraído do site: http://pe360graus.globo.com/educacao/educacao-e-carreiras/ensino/2009/10/29/BLG,2010,35,530,EDUCACAO,1070-MUITA-BEBIDA-ALCOOLICA-JUVENTUDE-RUMO.aspx no dia 10/03/2011



